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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Domingo 23/11 - Rádio, feira e conversas

O Coletivo tinha uma atividade marcada com o pessoal do Núcleo de Comunicação Comunitária São Miguel No Ar, mas infelizmente não rolou.
Apesar do esforço e boa vontade dos meninos e meninas que nos receberam muito bem, tínhamos um teto de horário e não pudemos mesmo ficar mais.
Fica um abraço pro pessoal e a vontade de armarmos algo em breve.
Fomos presenteados com a mais nova edição do Jornal, A Voz do Lapenna, que nos deu um honroso espaço pra falarmos sobre o Projeto Jardim Lapenna em Foco e divulgar a exposição que começa no Sábado. Mas disso você já sabe, né?
Ficamos agradecidos por recebermos essa contribuição direta de um veículo que incorpora com compromisso e muita qualidade um pouco dos anseios e das lutas daquela quebrada. Conheça um pouco mais do trabalho deles aqui.
Aproveitando enquanto a rádio era montada e dava a pesada trilha sonora daquele Domingo de feira, aproveitamos pra trocar uma idéia com quem passava por ali e convidarmos para a exposição.
Salve Nivia, Tiago, Abel, Carlos, Daniela, Jorge, Só Por Deus, Didão, Poliana e Alemão, nossos parceiros de entrevista e de conversa.
Salve rádio e núcleo de comunicação!
Salve Lapenna, suas histórias e o compartilhamento de vivências!
Nos vemos e ouvimos no próximo sábado!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

[Projeto Praça] Galpão em peso e reconhecimento da Praça

Dividindo a idealização com os parceiros da Fundação Tide Setubal, realizamos um encontro no Galpão de Cultura e Cidadania do Jardim Lapenna no última dia 26/08.

Os educadores e coordenadores do Galpão e da Fundação trouxeram a rapaziada dos seus projetos. Espaço Jovem, Comunicação Comunitária, Capoeira, Dança e Qualidade de Vida formaram um grupo de cerca de trinta cabeças pensantes com a gente. Formamos um círculo com os participantes e iniciamos a apresentação do Projeto Praça.

Logo depois, a Malu contou uma história em que os habitantes de uma cidade eram surpreendidos pelo próprio potencial de criar beleza, cuja atenção fora chamada apenas por um privilegiado forasteiro. Acontece que a beleza estava tão escondida deles e neles mesmos, que foi preciso mais de uma tentativa de olhar para poder encontrá-la. Mesmo ela estando bem ali, permeando ordinariamente suas vidas. Por todos os lados, todos os dias.

Distribuímos os croquis para que eles recebessem um fragmento dos sonhos daquele que é o grupo que mais continuamente convive com o espaço representado na praça, mas que não compartilhava do seu uso, principalmente, devido às condições em que ela sempre se apresentou. A participação foi incondicional e nos trouxe reflexões novas em folha.

Foi proposto que a praça se tornasse uma rua de lazer; que existisse um espaço próprio para rodas de capoeira; placa com nome dos participantes do projeto; cercado na praça. Entre outras observações muito particulares, novíssimas.

Introduzimos a ideia prática do desenvolvimento daquela ação e fizemos um reconhecimento da praça com os presentes. Muita expectativa e a sensação de uma grande realização germinando brotou em meio aos nossos impulsos ali.

Fica um abraço forte pra todos os participantes e aos realizadores Viviane, Katia, Welvis, Rafael, Malu, Alice e Simone.

Até a próxima. Até a praça.










domingo, 24 de agosto de 2014

[Projeto Praça] Atividade de reconhecimento e reconfiguração visual - A primeira mão na praça.

Domingo de Sol, dia 24 de Agosto de 2014 e o Coletivo Caixa Preta faz mais uma visita à praça do Galpão. Queríamos dar mais um passo no projeto de sua transformação, agora com uma visão espacial mais precisa, diferente do que foi feito na primeira etapa, quando levantamos ideias através de uma abordagem mais lúdica, que focava no estímulo da expressão das vontades dos participantes.

Aguardamos a presença dos jovens da EE Pedro Moreira por aproximadamente uma hora, mas ninguem veio. Durante o tempo de espera, foi possível utilizar, de fato,  a praça. Diferentemente das atividades anteriores de observação e registro fotográfico até nos encontramos numa situação de observação inquieta por parte daqueles que passavam.
Por um exercício de reconfiguração visual e intervenção em prol do uso do espaço, decidimos pela limpeza da praça. A ação gerou interação com alguns moradores que passavam pelo local, dando amostras de que a ocupação por si só ecoa nos arredores. Usar um espaço faz com que ele seja enxergado.

Em seguida, passamos a fazer intervenções no croqui, favorecidos por estarmos, finalmente, dentro do objeto de nossos sonhos. Enquanto desenhávamos, tivemos a sorte de compartilhar a praça com alguns jovens que pararam ali. Conversamos sobre o projeto e recebemos apoio pela iniciativa. E aqui levantamos uma impressão muito particular do Lapenna: a inclinação crítica e cobrança consciente aos responsáveis pelo poder público, bem como de instituições atuantes no bairro, por melhorias na qualidade dos espaços, além da visão de uma comunidade.

Quando questionado se ajudaria a mexer na praça e a cuidar dela posteriormente, um dos jovens disse: “Disciplina aqui a gente tem!”.

Não é novidade que estamos buscando esse espírito para trabalharmos em parceria durante a confecção do sonho, mas é gratificante ver como ele aparentemente permanecerá bem tratado depois de pronto. Nem que seja pra ser transformado de novo pelas mãos daqueles que atuam já por corpo e alma naquelas ruas.






quarta-feira, 20 de agosto de 2014

[Projeto Praça] Nasce mais um filho dos nossos esforços

Com muito orgulho e aplicação, anunciamos o início das atividades do nosso novo projeto, em parceria com a Fundação TideSetubal e o Galpão de Cultura e Cidadania do Jardim Lapenna.

O Projeto Praça Jardim Lapenna tem uma página no facebook, e está na fase de construção do sonho coletivo para a ressignificação da praça do Galpão. Praça do Galpão? É. Ela não tem nome mesmo. Quem vai ajudar a batizar são vocês.

Nos dias 18 e 19 de Agosto, O Coletivo visitou a Escola Estadual Professor Pedro de Moreira Matos  e visitou as salas de aula do ensino médio noturno.

Depois de muito barulho, arrastar de cadeiras e um único tombo do professor Caue, recebemos a contribuição do imaginário da rapaziada através de intervenções no nosso croqui. Inclusive, ele está disponível aqui, caso você queira interagir com ele também.

Que registre-se nosso agradecimento à diretoria, inspetores, os professores - que nos receberam muito bem, mesmo que a gente tenha cerrado o café da sala deles seguidas vezes – e que cederam seu tempo para nossas invenções, aos alunos que se entregaram às nossas dinâmicas e a todos os funcionários da escola que facilitaram nosso acesso.

Nunca é demais reconhecer a boa vontade e disposição desses que trabalham tão árdua e progressivamente sob essa designação, que alguns de nós também escolhemos, que é acreditar na educação. Vocês não permitem que a gente se esqueça da importância dos serviços públicos para o atendimento das demandas dos jovens e possibilitam diariamente as trocas entre vontade de ensinar e a de aprender.

Vejam as fotos. Foi uma bagunça e tanto.